Existe um erro recorrente quando falamos de BIM no Brasil: achar que a evolução do setor vem da tecnologia.Não vem!!
O que sempre travou o AEC foi a falta de clareza, método e processo.
Em 2016, a CBIC Brasil deu um passo importante ao publicar sua primeira coletânea de manuais BIM. Na prática, começou a organizar um mercado que operava muito mais no improviso do que na estrutura.
Antes disso a AsBEA-RS Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura RS em 2015 lançou também Cadernos técnicos sobre a migração BIM.
Mais de dez anos depois, ainda estamos corrigindo isso...
Em 2026, o BIM Fórum Brasil reforça esse movimento com novas coletâneas agora com foco direto na implantação real.
Guias como o de Coordenação de Projetos não são “material técnico”.
São o que transforma a ABNT NBR ISO 19650-2 em prática aplicável no dia a dia com fluxo, responsabilidade e critério.
E isso ataca diretamente o maior problema da construção: baixa produtividade disfarçada de complexidade.
https://lnkd.in/dSTEKJsh
E aqui está o ponto que muita gente ignora:
Sem diretriz, BIM vira tentativa.
Sem método, vira retrabalho.
Sem processo, vira frustração.
Não é sobre modelar melhor.
É sobre parar de improvisar.
Porque, no fim, BIM não escala por software.
Escala por método bem definido e conhecimento compartilhado.
implementaçãobim gestãobim AEC bim consultoriabim
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