Organizado pelo Grupo de Trabalho BIM da AsBEA, com o apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, já está disponível no site o primeiro fascículo do GUIA BIM com instruções sobre o uso de ferramentas digitais nos projetos de arquitetura e toda a cadeia produtiva da construção civil. Este primeiro fascículo aborda as fases conceituais e iniciais de implantação do BIM nos escritórios de arquitetura.
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MUITO LEGAL!!
Parabéns a equipe.
VALE A PENA ACESSAR...
Lembrando sempre, já comentado aqui várias vezes:
BIM é um processo e não um software!
BIM não é 3D apenas!
BIM: o mais importante não são desenhos, e sim informações!
Este primeiro fascículo faz parte do Guia BIM desenvolvido pela AsBEA e tem como objetivo não só a orientação dos escritórios de projeto, mas também a disseminação a todos da cadeia da construção civil dos benefícios,
das possibilidades e das mudanças necessárias para a adoção do processo BIM no mercado brasileiro.
Conforme relatado, a introdução da tecnologia envolve mudança de cultura, investimentos em infraestrutura, treinamentos e revisão de processos de trabalho. Para isso, é importante que a alta diretoria tenha consciência dos impactos e atue como patrocinadora da implementação, provendo apoio e
recursos necessários.
É recomendado o desenvolvimento de um plano de implementação do BIM no qual os objetivos estratégicos, a metodologia de implementação, os recursos necessários e os prazos estejam bem definidos. Dessa maneira, será possível monitorar o andamento da implantação a partir das metas e métricas estabelecidas.
Como o BIM pode ser aplicado ao longo de todo o ciclo de vida do edifício, é importante que o escritório defina quais objetivos pretende atingir com a tecnologia, tanto do ponto de vista da melhoria do processo interno do escritório quanto para o fornecimento de serviços e produtos diferenciados aos seus clientes, pois, para cada uso e objetivo, a estratégia de adoção e os requisitos necessários podem ser diferentes.
O processo BIM também impacta na organização e na matriz de responsabilidades dos escritórios. Novos papéis surgem para atender às novas necessidades relacionadas ao desenvolvimento do projeto e à gestão da informação. Atividades operacionais comuns no processo tradicional dão lugar a atividades com elevado teor técnico, que exigem, portanto,
profissionais com conhecimento em disciplinas de projeto, na tecnologia e em vivência com obras. Cabe ao escritório identificar o perfil e as habilidades de cada um de seus profissionais, redistribuindo os papéis entre a equipe.
Como qualquer introdução de nova tecnologia, é previsto que haja inicialmente resistência à mudança por parte dos profissionais. Para minimizá-la, torna-se importante o envolvimento e a conscientização de toda a equipe no processo. A capacitação desses profissionais deve envolver as novas tecnologias e os novos processos de trabalho BIM para que estes
estejam aptos a desenvolver as suas novas funções.
No próximo fascículo será aprofundada a questão do fluxo do processo BIM, pois a AsBEA entende a importância do conhecimento das mudanças necessárias para que os escritórios possam se estruturar para atuar dentro do novo conceito.

Gostei da iniciativa, vou procurar acompanhar os demais fascículos!!
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